Eleições: IAB defende voto livre e consciente e reafirma soberania popular

O IAB e o Observatório da Democracia repudiam qualquer intromissão externa na soberania nacional
Às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026, o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), entidade jurídica mais antiga das Américas, por meio do Observatório da Democracia, divulgou nota em defesa do voto livre, consciente e responsável e da soberania popular. No texto, publicado na última quarta-feira (23/9), a entidade também repudia tentativas de interferência externa no processo eleitoral brasileiro e ressalta que a escolha dos governantes cabe exclusivamente ao povo, por meio do voto direto e secreto. “Votar não é apenas uma obrigação legal, mas um direito político que deve ser exercido com dignidade, memória, esperança e, principalmente, amor ao Brasil”, diz a entidade.
IAB NAS ELEIÇÕES 2026
O INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS (IAB), a mais antiga instituição jurídica das Américas, por meio de seu OBSERVATÓRIO DA DEMOCRACIA, às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026, reafirma que o voto é a expressão fundamental da soberania popular e o instrumento pelo qual cada cidadão participa, em igualdade, da definição dos rumos do País.
Nós, eleitores, pelo poder do nosso voto, teremos mais uma vez a chance de decidir se continuaremos a trilhar o caminho do progresso social, impedindo retrocessos nos direitos sociais duramente conquistados. Para que isso ocorra, o voto deve ser livre, consciente e responsável: livre de coação, manipulação e desinformação; consciente da trajetória e dos compromissos de quem pede a nossa confiança.
É necessário observar o passado de cada candidato para assegurar seu compromisso com a democracia, com a política séria, com a educação dos nossos filhos, com a saúde dos nossos pais e, sobretudo, com o futuro deste País. Votar não é apenas uma obrigação legal, mas um direito político que deve ser exercido com dignidade, memória, esperança e, principalmente, amor ao Brasil.
O IAB e o Observatório da Democracia repudiam qualquer intromissão externa na soberania nacional, especialmente tentativas de interferência no processo eleitoral brasileiro ou de constrangimento à livre formação da vontade popular. A escolha dos governantes cabe exclusivamente ao povo brasileiro, pelo voto direto e secreto, sob a proteção da Constituição e das instituições da República.
Cidadãos e cidadãs, confrades e confreiras: votem com liberdade, votem com responsabilidade, votem por um país que, segundo preceito fundamental da Constituição da República, deve ser livre, justo e, sobretudo, solidário.



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